porMonica Macedo Costa

Teste de software é o melhor caminho para reduzir problemas!

Testar um sistema é garantir que os erros sejam encontrados o mais breve possível, corrigidos e homologados. Manter apenas o ambiente de produção para realizar os testes no sistema é assumir um risco muito alto para o seu negócio.

Além disso os custos podem aumentar exponencialmente, pois quanto mais tarde se encontra um erro, mais caro ele ficará para ser corrigido.

 

Quando algum módulo do sistema é alterado, ao realizar os testes unitários e subir as modificações diretamente no ambiente de produção, você corre o risco de afetar outras partes do sistemas que não foram alteradas.

Realizar testes unitários é ótimo mas não é suficiente. Testes unitários servem para garantir apenas que o módulo alterado esteja funcionando corretamente, mas não garante que todas as outras funcionalidades não foram afetadas. Sempre que um módulo for alterado é recomendado realizar o teste de integração e o teste de sistema, para garantir que os outros módulos estão funcionando.

Veja uma breve explicação sobre alguns tipos de testes:

  • Testes unitários / Testes de componentes: Seu objetivo é verificar cada unidade do software isoladamente, para garantir que elas foram desenvolvidas e realizam exatamente todas as funções solicitadas no escopo.
  • Testes de integração: Esse teste garante que as integrações entre as partes do sistema estejam funcionando corretamente. Essas integrações podem ser em ambiente interno (união de duas classes), ou em ambientes externos (gravar as informações em um banco de dados). Podemos dizer que o teste de integração é composto por vários testes de unidades.
  • Teste de regressão: Reteste do sistema ou componente para verificar se alguma modificação recente ocasionou alguma falha ou efeito indesejado, e além disso serve para certificar se o sistema ainda atende os requisitos estipulados.
  • Teste de caixa preta: Testa todas as entradas e saídas desejadas. Esse teste não é realizado no código, mas sim na interface do cliente. Se aparecer alguma saída indesejada, é considerado como um erro.
  • Teste de caixa branca: Tem como objetivo realizar testes diretamente no código fonte.
  • Teste funcional: Testar as funcionalidades, solicitações e as regras de negócios presentes na documentação. O objetivo é validar as funcionalidades que estão descritas na documentação.
  • Teste de interface: Verifica se a navegabilidade e os objetivos da tela funcionam como especificados e se atendem da melhor forma ao usuário.

A melhor maneira de reduzir os erros em produção é criar um ambiente de homologação, com as mesmas configurações do ambiente de produção. Você deve estar se perguntando…criar um novo ambiente só para a execução de testes não vai aumentar drasticamente o custo do meu projeto?

A resposta é não, e digo mais, você pode ter uma redução de custos se resolver seguir por esse caminho.

Um erro encontrado em homologação, é apenas uma falha que deve ser corrigida pelo desenvolvedor, e homologada novamente pelo tester, já um erro encontrado em produção pode ser um problema para você e para o seu cliente.

Toda vez que o seu cliente encontra um erro na sua aplicação, sua marca fica exposta e sua empresa pode perder a credibilidade com esse cliente, dependendo do caso você pode perder o cliente.

Ai eu te pergunto… quanto custa um cliente para sua empresa?

Entre em contato conosco e descubra qual a melhor solução em testes para a sua aplicação.

 

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